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Esse besourinho aí em cima, para quem não conhece, chama-se Romi-Isetta e foi produzido no Brasil entre 1956 e 1961. Se tivesse pelo menos duas portas levaria o título de primeiro carro nacional. Mas como tinha apenas uma — a do para-brisa —, perdeu a primogenitura para o DKW da Vemag. Mas isso não importa, pois as Romi-Isettas passaram a figurar no imaginário de muitos marmanjos e lá estão ainda hoje. Bom, ao menos na cabeça daqueles com uma certa queda por carros. E exatamente lá, nos confins da memória de um engenheiro eletrônico especializado em rádiocomunicações, estava a Romi-Isetta, uma1959, bordô, do seu pai. Américo Salomão não conseguia esquecer das voltas que dava com o pai naquele carrinho estranho que tinha uma porta na frente. |